Olá, alunas e alunos da turma 903!
As postagens abaixo os auxiliarão em sua tarefa!
Bom trabalho!
Este blog é uma ferramenta educacional da disciplina História para os meus alunos do 9º ano do Ensino Fundamental. Sejam todos bem vindos!!
terça-feira, 5 de julho de 2016
Retirado de http://www.coladaweb.com/educacao-fisica/paraolimpiadas
Paraolimpíadas
As pessoas com deficiências tradicionalmente discriminados pela sociedade, e desmotivados pela sua própria condição existencial, têm nas paraolimpíadas uma oportunidade para elevar sua autoestima, direta ou indiretamente, além de provar para todos o seu valor como atleta e cidadão.
Desde a XVI Olimpíada, realizada em Roma, em 1960, imediatamente após as Olimpíadas, e nas mesmas instalações são realizados as Paraolimpíadas ou os Jogos Paraolímpicos. Em Roma, a I Paraolimpíada teve a participação de 400 atletas e 23 delegações. As Paraolimpíadas vem crescendo também de prestígio junto à mídia, e proporcionando oportunidades de competição esportiva para aqueles que, superando as inúmeras dificuldades, treinaram duramente para o evento internacional. Em 2012 será realizada em Londres e em 2016 será realizada no Rio de Janeiro, Brasil.
História das Paraolimpíadas
Para
portadores de deficiências físicas, o esporte adaptado só teve início
oficialmente após a Segunda Guerra Mundial, quando muitos soldados
voltavam para casa mutilados. As primeiras modalidades competitivas
surgiram nos Estados Unidos e na Inglaterra. Nos Estados Unidos surgiram
as primeiras competições de Basquete em Cadeiras de Rodas, Atletismo e Natação,
por iniciativa da PVA (Paralyzed Veterans of América). Na Inglaterra, o
neurologista e neurocirurgião alemão Ludwig Guttmann, que cuidava de
pacientes vítimas de lesão medular ou de amputações de membros
inferiores, teve a iniciativa de fazer com que eles praticassem esportes
dentro do hospital.
Em 1948,o neurocirurgião aproveitou os XVI Jogos Olímpicos de Verão para criar os Jogos Desportivos de Stoke Mandeville. Apenas 14 homens e duas mulheres participaram. Já em 52, os Jogos de Mandeville ganharam projeção, contando com a participação de 130 atletas portadores de deficiência. Tornou-se uma competição anual.
Em 1958, quando a Itália se preparava para sediar as XVII Olimpíadas de Verão, Antonio Maglia, diretor do Centro de Lesionados Medulares de Ostia, propôs que os Jogos de Mandeville do ano de 1960 se realizassem em Roma, após as Olimpíadas. Aconteceram então os primeiros Jogos Paraolímpicos, as Paraolimpíadas. A competição teve o apoio do Comitê Olímpico Italiano, e contou com a participação de 240 atletas de 23 países.
Com o sucesso dos jogos o esporte se fortaleceu e fundou-se a Federação Mundial de Veteranos, a fim de discutir regras e normas técnicas. Ao longo dos anos, a competição foi crescendo muito. Por problemas de organização, as Paraolimpíadas de 1968 e 1972 ocorreram em cidades diferentes da sede das Olimpíadas, constituindo excessões na história dos Jogos Paraolímpicos. Em 1988, em Seul, os jogos voltaram a ser disputados na mesma cidade que abriga as Olimpíadas. O primeiro ano de participação brasileira foi 72.
As Paraolimpíadas são disputadas a cada quatro anos, nos mesmos locais onde são realizadas as Olimpíadas, usando a mesma estrutura montada para os atletas olímpicos. São 19 modalidades em disputa por atletas portadores de deficiências, divididos em categorias funcionais de acordo com a limitação de cada um, para que haja equilíbrio.
Paraolimpíadas: a superação do limite
Contudo, a maior glória das olimpíadas dos deficientes não está somente na conquista de medalhas e na própria competição, está sobretudo no exemplo que esses atletas passam para centenas de milhares que vivem estigmatizados por suas deficiências físicas e mentais e sem perspectivas em suas casas. Mesmo quem não aspira ser atleta, pelo menos pode encontrar inspiração e coragem em acompanhar as notícias, onde termina se identificando com aqueles que superaram as inúmeras dificuldades com muita luta, coragem, persistência e dedicação por algum esporte. Saber que há pessoas que apesar das dificuldades de toda ordem foram à luta e venceram no esporte, pode irradiar otimismo, levantar a auto-estima e reorientar as perspectivas em muita gente.
A famosa frase do Barão de Coubertin, hoje desgastada nas olimpíadas, parece ganhar mais sentido como slogan dos atletas paraolímpicos, pois eles sabem e sentem que realmente “o importante não é ganhar uma medalha, mas simplesmente competir”. O atleta paraolímpico antes de competir nacional e internacionalmente teve que competir com ele mesmo; sem dúvida, superar esse primeiro obstáculo subjetivo não tem medalha que possa premiá-lo.
Se cada um dos atletas das olimpíadas tem sua história específica de sofrimentos e superação dos seus próprios limites, cada atleta paraolímpico carrega uma história de fazer filme para cinema. Existem aqueles que nasceram com deficiência e aqueles que adquiriram uma deficiência ao longo da vida. Há atletas com lesão medular, poliomielite, amputação de pernas e de braços, deficiência visual e mental.
Retirado de http://olimpiadasdorio2016.com/historia-da-paraolimpiada/
Historia da paraolímpiada
Esta se falando muito das olimpíadas que vai acontecer em Agosto de 2016 e depois vai ter os jogo paraolímpicos ou paralímpicos que vai ser em Setembro, mas você sabe sobre a historia da paraolímpiada? Realmente como tudo começou, quando começou esses jogos. Sabemos que a paraolímpiada são modalidades adaptadas para deficientes, seja físico ou mental, para muitos ou para a sua grande maioria o esporte foi um meio de encarar esse problema e conseguir passar por isso, são diversas modalidade em que pessoas com algum tipo de deficiência seja ela de nascença ou então por causa de algo que aconteceu.
Os jogos paraolímpicos foram realizados pela primeira vez em 1960 em Roma, na Itália, mas tem a sua origem na Inglaterra, pois era uma forma de reabilitar militares que eram feridos em guerra. O sucesso foi tão grande que esses jogos foram crescendo e em 1976 mais de quarenta países já estavam participando desses jogos. Em 1992 os jogos paralímpicos teve uma grande marca, pois os dois comitês dos jogos paralímpicos e dos olímpicos trabalhavam juntos, e com isso os dois comitês começaram a trabalhar juntos trazendo sempre o esporte para o deficiente.
Retirado de http://www.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2012/08/voce-sabe-por-que-o-nome-paraolimpiadas-mudou-para-paralimpiadas
Você sabe por que o nome "paraolimpíadas" mudou para "paralimpíadas"?
Você já percebeu que agora o nome “Paralimpíadas” ou a expressão “atletas paralímpicos” aparecem sem a letra “o”? A mudança foi feita para igualar ao uso de todos os outros países de Língua Portuguesa.
Desde que os jogos para pessoas com deficiência começaram, os outros sete países que têm o Português como língua oficial (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste) já usavam a forma atual. Para que o Brasil não ficasse diferente dos outros países, o Comitê Paralímpico Internacional pediu que fosse feita a alteração.
Saiba mais:
A mudança foi anunciada em novembro do ano passado, durante o lançamento da logomarca dos Jogos Paralímpicos de 2016.
Uma curiosidade: O termo vem do inglês: paralympic, criado com base no cruzamento de para(plegic) + (o)lympics.Atleta paralímpico
*Com informações do Ministério do Esporte
domingo, 3 de julho de 2016
Retirado de https://noticias.terra.com.br/educacao/voce-sabia/voce-sabia-guerras-feminismo-e-boicotes-como-os-jogos-contam-a-historia,e17cbf542cfed310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
Guerras, feminismo e boicotes; como os Jogos contam a história
Criado em 1894 pelo francês Pierre de Coubertin, o Comitê Olímpico Internacional (COI, ou IOC, em inglês) passou a organizar todas as edições dos Jogos Olímpicos a partir de então. Desde 1896, durante a Olimpíada de Atenas, atletas do mundo inteiro se reúnem em competições esportivas a cada quatro anos. Mesmo indiretamente, desde o início do século XIX até o início do XXI, as edições das Olimpíadas refletiram as mudanças ocorridas no mundo inteiro, em relação à política, cultura e economia, sendo um reflexo histórico dos principais acontecimento de diferentes períodos.
Assim, passando por revoluções políticas, movimentos pela igualdade feminina, guerras mundiais e disputas de poder entre potências mundiais, a importância adquirida pelas Olimpíadas transcende as competições esportivas e a disputa pelas medalhas de ouro, prata e bronze. A seguir, saiba mais sobre a relação entre mudanças sociais e culturais e sua relação com as diversas edições dos Jogos Olímpicos.
Arquitetura, escultura e pintura já foram esportes olímpicos?
Idealizador das edições modernas das Olimpíadas, Pierre de
Coubertin incluiu modalidades culturais na programação oficial do
evento. Assim, entre os Jogos de Estocolmo 1912 e Londres 1948, foram
realizadas competições olímpicas de arquitetura, escultura, pintura,
literatura e música. Depois, essas competições foram substituídas por
programações culturais em locais separados das atividades olímpicas,
como peças de teatro e concertos musicais.
O período em que a cultura era esporte olímpico, na primeira metade do século 20, coincidiu com os anos de imperialismo europeu, quando a cultura europeia era considerada superior. "As potências da Europa tratavam o resto do mundo como áreas colonizadas, e a ideia de uma cultura europeia dava uma mostra de superioridade. Isso se perdeu após a Segunda Guerra Mundial, quando o continente estava destroçado, e esse cenário levou a uma consolidação da indústria cultural", comenta o professor de história Lucas Kodama, do curso pré-vestibular Anglo, de São Paulo.
Houve Olimpíada durante as duas Guerras Mundiais?
Apesar de Londres 2012 ser oficialmente a 30ª edição das
Olimpíadas, na prática, essa conta é um pouco menor: em função dos
conflitos ocorridos durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, as
Olimpíadas não foram realizadas durante os dois períodos. Dessa forma,
descontados os anos de 1916, 1940 e 1944 - que entram apenas na contagem
oficial do COI, sem a realização dos Jogos -, houve de fato 26 edições
do evento desde a primeira Olimpíada da era moderna, em 1896, até 2008,
em Pequim.
Para o professor de marketing esportivo Nicolas Caballero, do Centro Universitário Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), a contagem dos Jogos que não ocorreram é uma forma de o COI mostrar que as Olimpíadas não foram interrompidas, simbolicamente, e que o movimento olímpico não teria se submetido a pressões políticas. "Mas, na verdade, quando estourou a Segunda Guerra Mundial, o Comitê cancelou as Olimpíadas", ressalta.
Quando as mulheres puderam competir nas Olimpíadas?
Durante os Jogos Olímpicos da Grécia Antiga, as mulheres não
podiam assistir ao evento e nem participar dele, segundo o livro 'De
banquetes y batallas', do filósofo Javier Ortuño, fez com que Pherenice
fosse condenada à morte por se travestir de homem para assistir à luta
do filho boxeador Peisidouros. Durante as edições modernas dos Jogos,
contudo, aos poucos, as mulheres foram conquistando o direito de
participar das competições: em 1900, nos Jogos de Paris, foram aceitas
no golfe e no
tênis
; em 1912, em Estocolmo, na
natação
; em 1928, em Amsterdã, em algumas competições de
atletismo
. Em 1964, durante a Olimpíada de Tóquio, por exemplo, na
mesma época em que movimentos pela igualdade sexual e de salários para
as mulheres ganhavam força, elas participaram, pela primeira vez, das
competições olímpicas de vôlei.
"Os movimentos feministas por direito ao voto surgidos no final do século 19 e o aumento da conquista do mercado de trabalho pelas mulheres durante as duas grandes guerras coincidem com o aumento da participação feminina nas Olimpíadas. E também na década de 1960, que tornou-se um marco pela busca da mulher por maior liberdade sexual e igualdade de salários, com o surgimento da pílula, por exemplo", destaca o professor de história Lucas Kodama, do curso pré-vestibular Anglo, de São Paulo.
Todos os continentes já sediaram as Olimpíadas?
Das 11 cidades-sede das Olimpíadas realizadas antes da
Segunda Grande Guerra, apenas duas não foram europeias: as americanas
Saint Louis e Los Angeles, em 1904 e 1932, respectivamente. E, se após o
conflito, a maior parte dos atletas deixou de pertencer a delegações de
países ocidentais, o eurocentrismo em relação às cidades-sede das
Olimpíadas não mudou: entre os Jogos de Londres, em 1948, e de Pequim,
em 2008, apenas três cidades asiáticas, três americanas e uma
latinoamericana sediaram os Jogos, contra oito europeias. Enquanto a
primeira Olimpíada realizada na Ásia foi em 1964, em Tóquio, e na
América Latina em 1968, na Cidade do México, o continente africano nunca
sediou uma edição do evento.
"Esse eurocentrismo é uma questão histórica e econômica, que sempre interferiu na organização dos Jogos: os principais patrocinadores das Olimpíadas sempre se concentraram na Europa, e o interesse deles de realizar os Jogos no continente sempre foi significativo. E como a maior representação de votos dos membros do COI é do continente europeu, ele sempre acabou dominando as sedes das Olimpíadas, principalmente durante as primeiras edições, pela logística da Europa estar mais avançada", afirma o professor de marketing esportivo Nicolas Caballero, do Centro Universitário Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb).
Como a evolução dos transportes influenciou na organização dos Jogos?
Ao longo das primeiras Olimpíadas, durante o início do
século 20, o desenvolvimento industrial gerou veículos mais velozes e
populares, que passaram a estar no alcance de um número maior de
pessoas. Essa evolução na indústria de transportes permitiu que os
atletas percorressem mais rapidamente as distâncias entre os estádios e
as vilas olímpicas, evitando a baixa de atletas inscritos nos eventos,
além de encurtar as distâncias intercontinentais.
"A evolução da indústria automobilística e da aviação tornaram a situação diferente, pois, na medida em que há uma expansão das tecnologias de transportes, as distâncias passam a ser percorridas mais rapidamente, o que faz com que um maior número de atletas participe dos Jogos¿, ressalta o professor de história Lucas Kodama, do curso pré-vestibular Anglo, de São Paulo.
Os Jogos já foram realizados em dois continentes diferentes?
Sim. Os Jogos de 1956 ficaram marcados por duas
curiosidades: pela primeira vez, a Olimpíada foi realizada em diferentes
continentes. Enquanto quase todas competições ocorreram em Melbourne,
na Austrália, as de
hipismo
foram realizadas separadamente, no mês de junho, em
Estocolmo, na Suécia, onde as leis de quarentena não eram tão severas.
Outro fato marcante da edição foi que, pela primeira vez, a grande
maioria dos 3.178 competidores chegou até a cidade-sede de avião.
O procedimento, adotado em todas as Olimpíadas posteriores, foi fundamental para a organização do evento e para que os Jogos fossem realizados em diferentes partes do mundo. "A tecnologia influenciou muito o rodízio de continentes entre as cidades-sede, pois ela facilitou a questão logística dos Jogos, um dos quesitos que são levados em consideração na escolha do lugar que sediará o evento", ressalta o professor de marketing esportivo Nicolas Caballero, do Centro Universitário Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb).
Quando ocorreram as primeiras transmissões ao vivo das Olimpíadas pela televisão?
A partir de 1936, os Jogos Olímpicos começaram a
ser transmitidos pela televisão, em circuito fechado, mas as primeiras
transmissões ao vivo só ocorreriam duas décadas depois, na Itália. A
experiência pioneira foi em 1956, nos Jogos de Inverno da cidade
italiana de Cortina d'Ampezzo, em pequena escala. Já em 1960, na
Olimpíada de Roma, os Jogos foram transmitidos ao vivo para os europeus
por emissoras do continente. Oito anos depois, durante a Olimpíada de
Inverno de Grenoble, na França, ocorreu a primeira transmissão a cores
dos Jogos.
"As Olimpíadas já nasceram como um espetáculo, desde a Grécia Antiga, e a televisão também tem um ponto de contato muito forte com o espetáculo. Pela variedade de Jogos e pelas possibilidades plásticas, os Jogos Olímpicos sempre foram atraentes para a televisão, em termos de audiência e faturamento comercial, mesmo pelas televisões estatais europeias, como a BBC , que foram as primeiras a transmitir os Jogos", explica o professor de telejornalismo da Universidade de Brasília (UnB), Paulo José Cunha.
De que formas as Olimpíadas foram exploradas politicamente?
Ao longo do século 20, além de reunirem
atletas do mundo inteiro, os Jogos Olímpicos também foram palco de
diversos protestos e movimentos de cunho político, especialmente durante
a Guerra Fria, na segunda metade do século 20. Entre eles estão a
recusa de alguns países em mandar atletas para a Olimpíada de Melbourne,
em 1956, em função da crise no Canal de Suez, no Egito, e a repressão
soviética na Hungria, além de protestos de atletas americanos contra a
questão racial no país, durante os Jogos da Cidade do México, em 1968.
Na década seguinte, o mundo todo assistiu ao sequestro de atletas
israelenses por palestinos em 1972, na Alemanha, durante a Olimpíada de
Munique.
"As Olimpíadas são um palco de disputas esportivas, mas também acabam sendo usadas politicamente, para chamar a atenção para uma causa, por exemplo, ou uma disputa política, principalmente durante a Guerra Fria, quando os lados socialista e capitalista lutavam para ver quem vencia no quadro de medalhas ", exemplifica o professor de história Lucas Kodama, do curso pré-vestibular Anglo, de São Paulo.
Qual foi a primeira Olimpíada que deu lucro?
Após a crise mundial do petróleo, na década
de 1970, apenas Los Angeles entrou na disputa para sediar os Jogos
Olímpicos de 1984, e o resultado foi um modelo de sucesso, seguido em
todas as edições posteriores do evento. "O COI montou determinados
critérios em que os Jogos deveriam se transformar em uma marca comercial
que desse retorno financeiro para as cidades-sede e para o próprio
Comitê", afirma o professor de marketing esportivo Nicolas Caballero, do
Centro Universitário Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb).
Consequentemente, a Olimpíada de Los Angeles foi a primeira a ser lucrativa, gerando uma receita de US$ 223 milhões. "Os Jogos de Montreal foram pagos 30 anos depois de sua realização, e os de Los Angeles foram os primeiros que deram lucro. Nesse momento, as Olimpíadas se transformaram numa grande marca", destaca Caballero.
Quais países fizeram boicotes às Olimpíadas?
Nos últimos anos da Guerra Fria, entre
as décadas de 1970 e 1980, as edições dos Jogos Olímpicos foram marcadas
por boicotes de delegações de alguns países, por razões políticas. Na
Olimpíada de Montreal, em 1976, 22 países africanos não participaram do
evento, em protesto a uma viagem do time de rúgbi da Nova Zelândia à
África do Sul, que vivia então em um regime de apartheid. Na década
seguinte, os Jogos de Moscou (1980) e de Los Angeles (1984) foram
marcados por dois boicotes: na hoje capital da Rússia, em protesto à
invasão soviética ao Afeganistão, os americanos convocaram delegações do
mundo todo a não participarem daquela edição; como consequência, os
soviéticos se recusaram a participar da Olimpíada seguinte, em solo
americano.
Segundo o professor de história Lucas Kodama, do curso pré-vestibular Anglo, de São Paulo, os dois últimos boicotes, principalmente, refletem a adoção de uma política externa mais agressiva por parte dos dois países. "Foi uma forma negativa de luta conta o adversário no campo da geopolítica, porque houve uma negação do espírito olímpico. De alguma forma existiu uma tentativa de justificativa dos boicotes por um outro motivo, mas são casos em que as Olimpíadas transcenderam o campo da disputa esportiva para o da política também", ressalta.
Retirado de https://www.ushmm.org/wlc/ptbr/article.php?ModuleId=10007985
As Olimpíadas Nazistas – Berlim, 1936

Adolf Hitler e Joseph Goebbels concedem autógrafos a membros da equipe de patinação artística do Canadá durante os Jogos Olímpicos de Inverno. Foto: Garmisch-Partenkirchen, Alemanha, fevereiro de 1936.
— US Holocaust Memorial Museum
Retirado de http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/08/hitler-usou-olimpiadas-para-fazer-uma-propaganda-do-nazismo-em-1936.html
Tudo funcionou perfeitamente apesar de 10 mil alemães em uniforme e
bandeiras com suásticas por todo lado. 28 países participaram. As
estátuas e um estádio para saltos ainda são os mesmos daquela época, no
inverno de 1936.
Hitler usou as Olimpíadas para fazer propaganda do nazismo em 1936
A imagem do ditador alemão hoje é parte de uma história bem conhecida. Hitler é sinônimo do mal no século XX. O horror dos campos de concentração, o genocídio, 50 milhões de mortos, Segunda Guerra Mundial. Até aí o mundo conhece.
Mas é necessário imaginar um outro Hitler, de antes da guerra, o líder alemão de 1936. Desde 1933 no poder, ele era admirado e popular. E não só na Alemanha. Os judeus já eram perseguidos pelos nazistas, mas o antissemitismo era um traço relativamente comum em muitos países cristãos.
E no sul, na Baviera, a parte católica da Alemanha, onde o nazismo era forte, se escolheu duas cidadezinhas para sediar as Olimpíadas de Inverno. As vizinhas Garmisch e Parterkichen ainda são bibelôs, tudo bonitinho, arrumadinho e organizado.
Tudo funcionou perfeitamente apesar de 10 mil alemães em uniforme e
bandeiras com suásticas por todo lado. 28 países participaram. As
estátuas e um estádio para saltos ainda são os mesmos daquela época, no
inverno de 1936.
O sucesso das Olimpíadas foi tal que os alemães conseguiram algo
inédito: o direito de sediar os Jogos Olímpicos seguintes, de 1940, foi
dado novamente para Garmisch e Partenkirchen.
Mas não foi só na área esportiva que as Olimpíadas renderam. A comunidade internacional apoiou tanto a Alemanha que Hitler se sentiu forte o suficiente para ousar algo arriscado politicamente.
Três semanas depois do fim dos jogos, Hitler ordenou a reocupação militar da Renânia, território alemão, algo que depois da Primeira Guerra tinha sido proibido pelo Tratado de Versalhes. Foi feito sem quase um pio de reclamação.
As Olimpíadas tinham dado a Hitler, ao sediar um evento de maneira impecável, uma imagem boa, amistosa e confiável. Meses depois, em agosto, era hora do mais importante, os Jogos de Verão, quando 49 países participaram.
O primeiro dia foi um sucesso, Hitler, ovacionado como nunca, colhia os louros de uma ideia que a principio os nazistas eram contra. Nas Olimpíadas anteriores, em Los Angeles, em 1932, eles disseram que era um evento onde se via pessoas competindo contra animais.
O racismo era evidente, mas o público alemão se entusiasmou com o grande atleta das Olimpíadas de Berlim, o americano Jesse Owens, que ganhou quatro medalhas de ouro. Uma delas inesperada porque no revezamento 4x100 ele não estava escalado. Mas, para agradar Hitler, a delegação americana tirou da equipe dois corredores judeus que foram substituidos por Owens e outro corredor negro.
O mito de que Hitler não quis cumprimentar Jesse Owens é apenas isso, um mito. Segundo o historiador alemão Arnd Kruger, PHD da Universidade de Colônia, depois do primeiro dia de competições, Hitler foi orientado pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) que deveria cumprimentar todos os medalhistas. Como não poderia estar presente em todas as competições, optou por não cumprimentar ninguém.
A Alemanha ficou em primeiro lugar geral, com 89 medalhas, longe, à frente dos Estados Unidos. Hitler gostou tanto dos Jogos Olímpicos que disse que, no futuro, todas as Olimpíadas seriam na Alemanha.
Ele chegou mesmo a planejar um estadio para 400 mil pessoas. Para ele ficou muito claro que o maior espetáculo esportivo do mundo era o palco perfeito para mostrar e difundir a mensagem nazista de superioridade alemã.
Essa mensagem não vingou, mas outras sim. Os nazistas tinham o senso do espetáculo grandioso, algo fundamental nas reuniões politicas deles. Os nazistas foram os primeiros, mas daí foi um passo para disseminar a ideia de que o esporte era um instrumento ideal para um país se exibir para o mundo.
Arnd Kruger conta que as Olimpíadas de Berlim foram as últimas vistas pelo Barão de Coubertin, fundador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, que disse que tinham sido os melhores de todos os tempos.
Perguntado sobre esse lado de propaganda, Coubertin disse que Los Angeles, em 1932, tinha usado os jogos para promover o turismo na Califórnia e que, se o governo da Alemanha nazista tinha feito o mesmo com intuito político, ele não se importava. Que o mais importante, para ele, era que as Olimpíadas crescessem. Algo que não parou de acontecer, assim como o uso e abuso do esporte na política.
terça-feira, 14 de junho de 2016
VIDA SEM DROGAS
Desde os primórdios da
civilização humana, o homem tem conhecido e feito
uso de drogas. A história antiga revela que há
milhares de anos muitos povos já produziam e consumiam
bebidas que continham álcool etílico.
Relatos históricos também revelam que a maconha era conhecida na China, desde 2737 AC. Hipócrates o pai da medicina, recomendava o uso de ópio como medicamento para várias afecções. Os índios andinos, há séculos mascam as folhas da coca, de onde se extrai a cocaína.
Como podemos perceber, o uso de drogas é historicamente remoto. Porém, é na atualidade que está se intensificando muito, tornando-se um dos mais graves problemas sociais da atualidade. O uso abusivo no Brasil tem tomado proporções epidêmicas, não podemos desconsiderar os números. Milhões de jovens e adultos de todas as raças, culturas e condições sociais tem se submetido ao uso contínuo de drogas.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, droga é toda e qualquer substância que altera o funcionamento do organismo e não é produzida por ele. Elas agem na região de prazer e recompensa do cérebro, fazendo com que ele libere mais dopamina, esse aumento de dopamina gera uma sensação de prazer.
Relatos históricos também revelam que a maconha era conhecida na China, desde 2737 AC. Hipócrates o pai da medicina, recomendava o uso de ópio como medicamento para várias afecções. Os índios andinos, há séculos mascam as folhas da coca, de onde se extrai a cocaína.
Como podemos perceber, o uso de drogas é historicamente remoto. Porém, é na atualidade que está se intensificando muito, tornando-se um dos mais graves problemas sociais da atualidade. O uso abusivo no Brasil tem tomado proporções epidêmicas, não podemos desconsiderar os números. Milhões de jovens e adultos de todas as raças, culturas e condições sociais tem se submetido ao uso contínuo de drogas.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, droga é toda e qualquer substância que altera o funcionamento do organismo e não é produzida por ele. Elas agem na região de prazer e recompensa do cérebro, fazendo com que ele libere mais dopamina, esse aumento de dopamina gera uma sensação de prazer.
Além da sensação de prazer, as drogas proporcionam uma sensação de alívio para um desconforto emocional, como a depressão, ansiedade, irritabilidade, stress ou até mesmo o desconforto gerado pela falta da droga. Falar somente dos danos causados pelas drogas, ignorando o prazer que elas proporcionam não seria correto.
Ninguém que se interessa pelos grandes acontecimentos da humanidade pode se furtar de tentar entender esse grave problema social e descobrir quais são os motivos que impedem que a guerra do uso de drogas chegue ao fim.
Por que as grandes e dispendiosas campanhas de repressão, não exterminam com o tráfico de drogas? O que faz com que os projetos de prevenção tenham resultados tão inferiores, muito aquém dos esperados? Por que o sucesso nos diversos tipos de tratamentos são são baixos?
Estamos diante de um problema, que atinge quase todas as famílias. Quem nunca teve um pai, irmão, tio ou primo que é ou foi dependente de drogas?
Ainda que nossa ajuda seja limitada diante de tão gigantesco problema. O objetivo deste site, é informar, prevenir e principalmente ajudar, para que de alguma forma alguém tenha alívio ao sofrimento causado pelo flagelo das drogas.
Visitem o site http://www.vidasemdrogas.org/
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